Papéis e vereditos
Implementer faz o trabalho; reviewer julga. O veredito de cada rodada é append-only, e autoaprovação não é review.
Cada card ligado a uma task tem um papel. São dois, e a diferença não é burocrática: é o que separa “eu fiz” de “alguém conferiu”.
Implementer
O card que faz o trabalho. Ele é a participação principal da task. Seu relatório pode trazer um veredito, mas é uma autoavaliação — enquanto há revisor ligado à task, ela não propõe nada.
Reviewer
O card que julga o trabalho. Só um revisor pode concluir uma task que exigiu revisão. O revisor reporta com um veredito formal, e é esse veredito — não a prosa — que propõe a conclusão.
review: want
Declarar review: "wanted" no contrato torna a revisão obrigatória. Isso
vence a assinatura delegada do orquestrador: nem implementer, nem
outsider, nem o orquestrador gravam done/failed — só um card com papel
reviewer. A delegação existe para destravar fluxo, não para dispensar o
revisor que a task pediu. O humano pela interface continua livre.
O app não cria o revisor sozinho. Escolher quem julga é decisão do
orquestrador; o app só ensina a saída (ligar um card como reviewer, ou
pedir o status ao humano).
Como ler um relatório sem ser enganado
- Relatório de outro agente não é fato. Se a afirmação tem consequência, verifique você mesmo.
- Um
ok: truecom gates vazios não é entrega. Peça a evidência: qual comando, qual saída, qual linha. - Suíte rodada em árvore compartilhada mente. Uma falha suspeita se refaz em worktree isolado no HEAD.
- Progresso não é entrega. “Commite mais tarde” é outra coisa.
Veredito como histórico
Os julgamentos são append-only, uma linha por rodada. Ver Dependências e sprints para o que acontece depois de um veredito.