Sua casa de trabalho em qualquer máquina.
A do time, igual para todos.
Skills, personas, protocolos e regras dos seus agentes seguem você de um computador para outro. Num time, o lead define os protocolos e todo mundo herda — e o trabalho feito com agentes passa a ser medido.
Monte a sua combinação.
Quem você é, onde mora a sua casa de trabalho e com quem você trabalha são escolhas independentes. Só uma combinação não existe: time exige conta.
É o modo padrão: tudo em disco, nenhuma conta. Desde o primeiro run o app já tem um id local, então virar conta depois é anexar — não migrar.
Sem conta não há para onde a casa viajar. Escolha conta para sincronizar.
Máquina de cliente, notebook emprestado, ambiente onde você não quer guardar nada. Você entra, trabalha, e a configuração não sai daqui.
Instale o Stellar noutra máquina, entre, e seus providers, skills e protocolos chegam. As chaves você digita de novo — elas não viajam.
Você participa da fila compartilhada e herda os protocolos do lead, mas a sua configuração pessoal continua só nesta máquina.
O mesmo usuário, agora dentro de um time. Um usuário pode pertencer a times; o time não é uma conta separada.
A casa viaja. A credencial, não.
- declarações de providers que você escreveu
- skills, personas, protocolos e regras
- os nomes das credenciais que a casa usa
- portas, sockets, caches e processos
- o catálogo do app, que vem do próprio binário
- caminho fora da sua home — denunciado na chegada, não fingido
O Stellar não carrega secrets. Suas chaves continuam no keychain de cada máquina e você as digita de novo quando chega. O pacote só diz o nome do que vai faltar.
Não é mais um kanban.
Fila, sprint, papéis e vereditos já existem no app. O que falta para um time é saber quem é cada pessoa e deixar mais de uma escrever ao mesmo tempo.
Trocar de máquina e já estar pronto: skills, protocolos e personas chegam junto. O que já vai por git, como AGENTS.md e CLAUDE.md, continua indo por git.
Hoje cada dev tem uma configuração artesanal e ninguém sabe o que o outro configurou. No Team, os protocolos do grupo são um só.
Quantas rodadas até aprovar, qual modelo entrega com menos idas e vindas, onde a média esconde a mediana. O Stellar já guarda esse histórico; o Team mostra o do grupo.
A porta é a última coisa a ser construída.
Cada etapa entrega algo sozinha. O login vem depois de existir a casa para onde ele leva.
- ✓Quem escreveu cada coisaFEITOToda escrita na Fila carrega o autor — a fundação para atribuir trabalho a uma pessoa.
- ✓Inventário da casa de trabalhoFEITOO mapa do que é seu, do que é da máquina e do que é do app.
- ✓Estatística localFEITORodadas até aprovar, ciclo, custo — o valor provado sem servidor nenhum.
- ✓Identidade local realFEITOUm id de pessoa e um de máquina desde o primeiro run, para a conta ser só um anexo.
- ✓Política de segredosFEITODecidido: a credencial não viaja. O pacote leva o nome, nunca o valor.
- ◐Sync da config de providersEM ANDAMENTOFormato e remapeamento de caminho prontos; falta o transporte.
- 7Board sincronizadoDEPOISHistórico sincroniza sozinho; o canvas precisa de estratégia de conflito.
- 8Servidor, login e timeDEPOISA porta, por último.
Quer saber quando abrir?
Cada etapa do roteiro sai numa release. Acompanhe o repositório no GitHub (Watch → Releases) e você fica sabendo quando a conta e o Team chegarem.